18.7.16

Apanhei um grande Pokémon!

Já apanhei dois Pokémons o que, convenhamos, não é nada! Basta olhar para as verdadeiras peregrinações em alguns lugares de Lisboa, e até fico corado de vergonha. Quem diz Lisboa, diz cidades bem mais pequenas que, não fossem estes treinadores de aparelhos móveis em riste, e só se ouviriam grilos. Mas tendo em conta que, para apanhar os meus dois pequenos, estive alapado na cadeira do trabalho, não é mau. Apanhei um squirtle e um zubat! Estou, vá, um bocado sentido e em parte revoltado porque, quando brincávamos, na escola, eu era sempre o Charmander! Entretanto, e porque não há cá pão para malucos, e os dados móveis não nascem nas árvores, isto não tem pernas para andar. Eu juro que não vou espatifar os meus dados, míseros que são, nesta parvoíce. Entretanto há quem, antes da vitória portuguesa no Europeu, tenha prometido ir a Fátima (de carro), caso vencêssemos. Ora como somos campeões (de praticamente tudo neste momento - ele é hóquei em patins, ele é no surf com a Bonvalot...) há que pagar a promessa e, juntando o útil ao agradável, vão aproveitar a viagem para ver se apanham uns pokémons pelo caminho. Por certo o Santuário estará repleto deles. Ao lado das velas é muito natural que estejam vários Charmanders aninhados. Entretanto há dois dias atrás apanhei o maior pokémon que podem imaginar. Já se sabe, há uns pokémons que são melhores que outros, certinho, mas este arrebata a segunda posição no meu ranking de pokémons capturados. Está bem que até me esforcei para o apanhar e deu alguma luta. Está bem que gastei muitas pókebolas com a brincadeira, mas realmente ser treinador não é nada fácil. Pois que estou mesmo orgulhoso dos meus dotes. Este pokémon não só fala como se mexe muito bem. E é grande, porque tem 1.98 e é basquetebolista. Só não digo onde joga porque ia ser uma romaria para o apanhar. 


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